Linguagem dos Surdos

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

MAIS DE MIL PESSOAS HOMENAGEAM OS MORTOS da Charlie Hebdo

Manifestantes seguram cartazes com a inscrição ‘Eu sou Charlie’ na Place de la Republique, em Paris, na noite de quarta (7) (Foto: AFP Photo/Joel Saget) 

ONDE  FOI: França, Paris
Milhares de pessoas(mais  de mil)  se reuniram na tarde desta quarta-feira (7), em Paris, em homenagem às vítimas (mortos e feridos) do sangrento( muito sangue)  atentado contra o semanário(é uma vez por  semana)  humorístico Charlie Hebdo, uma manifestação que se repetiu em várias cidades francesas, segundo a polícia.

Em Paris, convocados(chamados)  por vários sindicatos, associações(clubes ), meios de comunicação (TV, radio, jornais)e partidos políticos, cerca de cinco mil pessoas se reuniram a partir das 17 horas , qqui no  Brrasil  é as 14 horas de Brasília na praça da República, centro da capital, perto da sede do semanário.
Alguns usavam adesivos e cartazes onde se podia ler a mensagem "Je suis Charlie" ("Eu sou Charlie"), que também circula nas redes sociais, como Facebook, twitter, etc)
Entre os cartazes, um dizia "Charb mort libre" (Charb morre livre), em homenagem a Charb, cartunista (desenhista) e diretor da Charlie Hebdo, falecido(morto) no ataque, ao lado de três dos principais(importates) caricaturistas (desenhistas) da publicação - Cabu, Tignous e Wolinski -, todos muito conhecidos na França.
"É dramático(é difícil)  que estas pessoas tenham sido assassinadas(mortas). Amanhã, as pessoas não poderão falar. Temos que ir às ruas aos milhares", disse à AFP Béatrice Cano, manifestante que trazia o último número da Charlie Hebdo, publicado nesta quarta-feira.
"A liberdade de imprensa não tem preço", dizia outro cartaz.
Mais de 10 mil pessoas se concentram(reuniram)  nas ruas de Lyon (centro-leste) e em Toulouse (sudoeste), segundo estimativas das forças de ordem.
A Sociedade dos Jornalistas (SDJ), coletivo(reunião de pessoas)  que reúne 15 meios de comunicação, entre eles alguns dos mais importantes da França, como os jornais Le Monde, Le Figaro, Libératión, a Rádio France International, a Agence France-Presse, a emissora TF1, condenou o que chamou de um "ato de terrorismo inqualificável" em um comunicado conjunto, intitulado "Nous sommes tous des Charlie" (Todos somos de Charlie).
"Nós, jornalistas, expressamos(falamos)  nossa profunda tristeza, assim como nossa ira(raiva) e queremos manifestar apoio aos nossos colegas, aos policiais e às famílias tocadas por este atentado horripilante", (feio, horrível) declarou (falou) a SDJ.
Aos gritos de "Alá Akbar" (Alá é o maior), os atacantes, armados, entraram na sede da Charlie Hebdo, dispararam(atiraram)  contra os funcionários e depois fugiram, matando 12 pessoas a sangue frio,(sem sentimentos)  entre eles personalidades desta publicação, que já tinha sido ameaçada em várias oportunidades(chances)  por suas caricaturas(desenhos) do profeta Maomé.

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